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Metrô do Rio de Janeiro: História e Estatísticas do Sistema de Transporte
O Metrô do Rio de Janeiro, conhecido como MetrôRio, é um sistema de transporte metroviário que abrange 57 quilômetros e 41 estações.
Fonte principal: Metropolitano do Rio de Janeiro – Wikipédia, a enciclopédia livre · Por Redação Mundo Trilhos
O Metrô do Rio de Janeiro, também conhecido como Metropolitano do Rio de Janeiro, é um sistema de transporte metroviário que opera desde 1979 e é marcado pela presença de 41 estações e aproximadamente 57 quilômetros de extensão. Distribuído em 3 linhas (1, 2 e 4), o sistema atende a um movimento médio de cerca de 660 mil passageiros em dias úteis, conforme pt.wikipedia.org.
O Metrô é o quarto maior em extensão e o terceiro em movimento entre os sistemas metroferroviários do Brasil, atrás apenas dos sistemas de São Paulo. Apesar de ter menos estações e extensão em comparação aos trens urbanos (41 contra 102 estações e 57km contra 270km), o Metrô é responsável por transportar mais passageiros diariamente, com médias de 660 mil passageiros ao contrário dos 312 mil dos trens, de acordo com pt.wikipedia.org.
O sistema desempenha um papel crucial, especialmente na região central de Rio de Janeiro, e assume uma importância ainda maior durante eventos anuais como o Réveillon de Copacabana e o Carnaval, que exigem operações especiais. A última expansão do Metrô foi em 2016, com a inauguração de cinco estações e oito quilômetros de trilhos na linha 4. No momento, há uma estação em construção, mas as obras estão suspensas e não há previsão de expansão a curto prazo.
O Metrô, de propriedade do estado do Rio de Janeiro, é operado pela empresa privada MetrôRio desde 1998. A concessão, que inicialmente tinha uma duração de 20 anos, foi estendida por mais vinte anos, com término previsto para 2038. A MetrôRio é controlada pela Invepar, que é por sua vez controlada pela construtora OAS, por um fundo de investimento do Banco do Brasil e por fundos de pensão da Caixa Econômica Federal e da Petrobras.
A história do Metrô do Rio de Janeiro remonta ao início da década de 1930, quando uma comissão especial analisava a situação dos transportes coletivos e propôs a construção de uma linha principal de metrô para aliviar o congestionamento. A Comissão Executiva de Projetos Específicos (CEPE-2), criada em 1966, lançou um edital internacional para a elaboração dos estudos de viabilidade técnica e econômica do metrô. Dezassete consórcios e uma empresa se apresentaram à concorrência, e o consórcio alemão-brasileiro CCN - Hochtief - DeConsult foi escolhido, apesar de ter obtido a pior avaliação e ofertar o preço mais elevado.
O contrato com o consórcio CCN - Hochtief - DeConsult foi assinado em 1968, estabelecendo um prazo de 240 dias para a entrega dos estudos. O projeto inicial previa a construção de um trecho de 10 quilômetros que seria inaugurado em 1971, bem como o projeto da rede restante. A desvalorização do Cruzeiro afetou o custo do projeto, resultando em prejuízos financeiros para o estado da Guanabara.
O projeto final apresentou um custo total estimado de 725 milhões de dólares para a implantação de uma rede com 67 quilômetros, sendo considerado menor e mais econômico em comparação com o projeto do Metrô de São Paulo, elaborado pelas mesmas empresas alemãs.
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